O suplicante, brasileiro, estado civil casado, residente na Rua Fortaleza 180 Penha Rio de Janeiro, ocupava o posto de 2º tenente da Marinha de Guerra na reserva remunerada. Sua transferência para a reserva se deu nos termos do artigo 13 da Lei n. 2370, com o suplicante contando com mais de 35 anos de serviço, e sua promoção à 2º tenente se deu nos termos do artigo 51 da Lei n. 2370. Acontece que, foram ignoradas promoções por 35 anos de serviço, e por ele ter prestado serviços durante a Segunda Guerra Mundial - Lei n. 288/48, Lei n° 616/49 e Lei n° 1.156/50. O suplicante pediu sua promoção ao posto de Capitão e Major. A juíza aplicou ao autor o princípio de sucumbência, negando provimento. Maria Rita de Andrade juíza
União Federal (réu)A autora, estabelecida à rua 7 de setembro, 132, tinha como fim social a exploração de levantamentos aerofotogramétricos. Esta colocou que era ilegal a cobrança feita pela Alfândega do Rio de Janeiro, a título de despacho aduaneiro sobre a importação do seu material técnico, já que era isenta deste pagamento, conforme a lei 5156, de 21/10/1966, artigo 1. A suplicante requereu a anulação desta cobrança. lei 3244, de 14/08/1957; lei 159, de 30/12/1935; decreto 591, de 15/01/1936. Em 1969 o juiz Renato do Amaral Machado julgou a ação improcedente. Em 1978, o TFR, por unanimidade, negou provimento a apelação da União Federal. Em 1983 o processo foi arquivado
Serviços Técnicos de Aerofotogrametria Limitada (autor). União Federal (réu)A autora Myriam de Sousa Hagen , nacionalidade brasileira , estado civil casada , doméstica , assistida pelo marido Keneth Lionard Hagen , nacionalidade norte-americana , comerciante , residentes à Rua Dias da Rocha , os suplicantes , amparados pela Lei nº 1.533/51 impetraram mandado de segurança contra a Inspetoria da Alfândega do Rio de Janeiro e a Superintendência da Administração do Porto da dita cidade por cobrarem o imposto de consumo de forma ilegal sobre um bem , particular (da impetrante) e por também exigirem o pagamento do imposto sobre a armazenagem do auto móvel que foi apreendido por não ter quitado o primeiro tributo supracitado.
Inspetoria da Alfândega do Rio de Janeiro (réu). Superintendência da Administração do Porto do Rio de Janeiro (réu)A The Motor Union Insurance Company, LTDA, empresa de seguros, com sede à Avenida Rio Branco, nº 151, 10º andar, vem propor ação ordinária contra o Lloyd Brasileiro Patrimônio Nacional e a União Federal. A autora realizou um seguro a favor da Companhia Industrial e Comercial Brasileira de Produtos Alimentares, segurando produtos laticínios, que foram embarcados no navio Cantuaria, navio Almirante Alexandrino e navio Rio Paraíba, todos de propriedade do réu. Contudo, parte da carga foi roubado ou sofreu avaria, causando um prejuízo. Dessa forma, a autora solicitou a ação afim de que a réu pague-lhe o prejuízo. O juiz Jorge Salomão, julgou improcedente a ação, a parte derrotada apelou aoTribunal Federal de Recursos, que deu provimento em parte, s psrte derrotada interpôs recurso extraordinário ao Supremo Tribunal Federal, que não teve prosseguimento, devido a realização de acordo sobre a quantia
The Motor Union Insurance Company Ltda (autor). Lloyd Brasileiro Patrimônio Nacional (réu). União Federal (réu)Os suplicantes, funcionários públicos,aposentados no quadro de agente na estação de estrada de ferro no Ministério da Viação e Obras Públicas, com base na Lei n° 1316, de 30/1/1951 e na Constituição Federal artigo 18286, propuseram uma ação ordinária requerendo que fossem assegurado aos suplicantes o aumento de seus proventos na base da gratificação por tempo de serviço atribuído aos militares. O juiz julgou improcedente a ação. O autor apelou e o Tribunal Federal de Recurso negou provimento.
União Federal (réu)O autor era de nacionalidade brasileira, estado civil casado, profissão marítimª Através da justiça gratuita, alegou que era portador de úlcera gástrica. O suplicante requereu a condenação do réu no pagamento de uma indenização, pelo dano causado , baseado no Código Civil, artigos 1545 e 159, como também do valor gasto na assistência médica e na pensão mensal. A ação foi julgada improcedente pelo juiz Victor de Magalhães, o autor apelou e o Tribunal Federal de Recursos negou o provimento ao apelo
Instituto Nacional de Previdência Social (réu)A autora moveu contra a Cia. de Navegação Costeira uma Ação Ordinária, por conta dos prejuízos ocasionados pelo extravio de mercadorias embarcadas em Navios da ré e seguradas pela autora, e requereu o pagamento do valor CR$ 37.380,00 referente ao que a autora pagou de indenização pelos danos sofridos ao seu segurados. transportes marítimos
Companhia de Seguros Aliança da Bahia (autor). Companhia Nacional de Navegação (réu)Os autores eram todos de nacionalidade brasileira, profissão procuradores autárquicos do IAPB. Nos termos da Lei nº 1533 de 31/12/1951, impetraram mandado de segurança contra o réu. Os autores alegaram que o réu não vinha lhes concedendo as vantagens previstas no artigo 13 da Lei nº 3826 de 23/11/1950, violando seus direitos. Assim, requereram que essas vantagens fossem concedidas. O juiz negou a segurança. O réu agravou ao Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento à desistência
Diretoria do Departamento de Administração do Instituto de Aposentadoria e Pensões dos Bancários (réu)O autor, estado civil casado, ocupante do cargo efetivo da classe C da carreira de contador, moveu a ação por conta da ilegalidade na promoção de outros contadores sem as devidas exigências do diploma científico, não tendo sido o autor promovido por isso. Requereu sua promoção e o pagamento das diferenças de vencimentos. A ação foi julgada procedente. O réu apelou ao Tribunal Federal de Recursos, que negou provimento. O réu ofereceu embargos, que foram aceitos.
Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Estado (réu). União Federal (réu)Os autores, oficiais superiores da reserva remunerada do Exército, moveram uma ação ordinária contra a União, por conta da suspensão do pagamento do abono militar, que os autores recebiam. Estes requereram o restabelecimento do abono autorizados pela Lei nª 2283 de 09/08/1954, artigo 7, bem como o pagamento das diferenças atrasadas desde a data em que foram suspensos. O juiz Elmar Wilson de Aguiar Dias julgou procedente a ação e recorreu de ofíciª A União, inconformada apelou desta para o Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento a ambos recursos
União Federal (réu)