A suplicante, sociedade civil reconhecida pelo Decreto nº 26811 de 23/06/1949 e destinada à defesa de direitos autorais, requereu ação para pagamento de indenização devida pela transmissão radiofônica ilegalmente executada de obras artísticas pertencentes aos seus sócios, filiados e representados. O juiz julgou improcedente a ação. O autor apelou para o Tribunal Federal de Recursos. O TFR negou provimento à apelação
União Brasileira de Compositores (autor). União Federal (réu)Os autores eram sargentos da Aeronáutica e moveram uma ação ordinária contra a União, por conta de sua participação e prestação de serviço militares em zonas de guerra delimitadas durante a 2ª Guerra Mundial. Requereram, com fundamento na Lei nº 2186 de 13/05/1940, Decreto Secreto nº 10490-A de 25/09/1942 e Decreto nº 21566 de 23/06/1932, o pagamento do terço de campanha, compreendido no período do início ao término da referida guerra. O juiz julgou improcedente a ação. O autor apelou desta ao Tribunal Federal de Recursos, que negou provimento. O autor recorreu e o TFR negou o recurso. O autor agravou desta e o Tribunal Federal de Recursos negou provimento
União Federal (réu)Com base no Código Civil, artigos 15, 17 e 1521, a autora propôs ação ordinária de indenização contra a ré, em virtude dos prejuízos causados pela colisão de uma viatura de propriedade da ré com um poste do Departamento dos Correios e Telégrafos, ocorrido à Praia de Botafogo, esquida com a Rua Visconde de Ouro Preto. O juiz Evandro Gueiros Leite ordenou que se esperasse pela manifestação das partes, o que não ocorreu. O processo foi arquivado
União Federal (autor). Empresa de Viação Elite S/A (réu)As autoras celebraram contrato de transporte com a ré, mas na descarga apurou-se derrame de mais de 1.200 quilos de feijão preto. As autoras requereram o pagamento de uma indenização no valor de 407.669,00 cruzeiros. Deu-se à causa o valor de 408.000,00 cruzeiros. A ação foi julgada procedente e a ré agravou e apelou ao Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento em parte
Alimenta Brasil S/A (autor). Costa Faria S/A (autor). Companhia de Navegação e Comércio Talgemar (réu)O autor alegou que havia recebido um memorando apresentando uma conta no valor de 450.833,80 cruzeiros. O réu afirmou ter recebido 305 sacas de café podres do autor. Este fornecia ao réu café, a fim de que fossem entregues aos torradores. Entretanto, o apodrecimento das referidas sacas se deve ao réu, em virtude do vazamento das calhas do armazém, provocando danos nas mercadorias. Assim, o autor requereu o pagamento do valor citado, referente aos prejuízos causados pelo estrago de 14.272 quilos de café. A ação foi julgada procedente. Houve apelação, mas o recurso foi julgado deserto por não ter sido preparado no prazo
Instituto Brasileiro do Café (autor). Armazéns Gerais Guanabara S/A (réu)Amaro Prado e Companhia, estabelecido em Campos, requereu ação para assegurar a restituição do valor de 17.500$000 réis referente as 50 toneladas de trilhos usados que foram encomendados e quitados e não entregues no prazo estipulado
Amaro Prado e Companhia (autor)O autor, estado civil casado, moveu uma ação ordinária contra a Superintendência da Moeda e do Crédito, tendo sido requisitado para servir junto à ré, ocupando o cargo de encarregado de estudos e pareceres, depois conferente de serviço e por último, chefe de serviço, por força da reestruturação da ré foi extinto o cargo que o autor exercia em comissão, retornando ao Banco do Brasil S/A. Sendo assim, requereu o autor o pagamento no valor de Cr$19.250,00 referente à diferença da reestruturação supracitada que eleva o adicional para Cr$7.000,00, no cargo que exercia junto à ré. O juiz Joaquim Antonio Santos julgou a ação procedente, em parte, recorrendo de ofício. A União apelou e o Tribunal Federal de Recursos negou provimento
Superintendência da Moeda e do Crédito (réu)A autora era estado civil casada, mulher de afazeres domésticos, residente à Rua Marquês de Abrantes, 115, Rio de Janeiro. Entrou com uma ação de reintegração de posse, com fundamento na Constituição Federal de 1946, artigo 141, parágrafos 4 e 16, Código Civil, artigos 499, 503 e 524, e Lei nº 2145 de 29/12/1953, contra a suplicada, para requerer a restituição do seu automóvel, retido ilegalmente pela Alfândega do Rio de Janeiro, além do pagamento de indenização por perdas e danos. O juiz julgou a autora carecedora da ação. Houve apelação para o Tribunal Federal de Recursos, que negou provimento ao recurso
União Federal (réu)A União que efetivar desapropriação de alguns imóveis, a fim de realizar as obras para ampliar as instalações da Aviação Naval. Requer citação do réu, proprietário, para declarar se aceita ou não a oferta no valor de 9:720$00 réis. Foi julgada por sentença a desapropriação e paga a quantia
União Federal (autor)Trata-se de 6º volume de uma ação ordinária em que o autor é Vulcan Artefatos de Borracha Sociedade Anônima e o réu é Microespuma Artefatos de Borracha Sociedade Anônima, relativo à copia dos produtos da ré em relação as patentes italianas e patentes americanas da autora, que requereu a anulação da invenção copiada da ré, já que não é novidade e sim cópia de patente. O juiz julgou improcedente a ação. Não consta no processo a sentença da apelação
Vulcan Artefatos de Borracha Sociedade Anônima (autor). Microespuma Artefatos de Borracha Sociedade Anônima (réu)