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Descrição arquivística
Taxa Judiciária, 1916
6068 · Dossiê/Processo · 1916
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor alega ser consignatária de 2801 tambores de ferro embarcados no vapor alemão Carl Waermann no Porto de Rotterdan, ND, com destino ao Porto Alexander, na África do Sul. Entretanto, não pôde receber sua mercadoria, por ter o navio se refugiado no Porto do Rio de Janeiro, devido à Guerra na Europa. Devido a esse fato, por intermédio de seus representantes Wilson Sons & Companhia no Brasil, entra em acordo com os consignatários do vapor Herm Stoltz & Companhia, a fim de receber 1800 unidades dos referidos tambores, mediante ao depósito no Banco do Brasil de 3.600 libras até 31/12/1916, se fosse feita a entrega das vias de conhecimento. O suplicante requer do Banco do Brasil a restituição e o depósito efetuado contra a só entrega das duas vias do conhecimento, e a Herm Stoltz que abram mão da terceira via do conhecimento, por ilegal, a exigência que faziam para entrega dos tambores. O processo prossegue-se à Primeira Guerra Mundial. O Supremo Tribunal Federal acordou em julgar a desistência

Banco do Brasil (réu). Companhia Herm Stoltz (réu). The Southern Whealling and Sealing Company (autor)
Taxa Judiciária, 1915, Lista de Custos Processuais, 1915
6241 · Dossiê/Processo · 1915
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor requer a citação do réu para, em audiência, reconhecer a sua assinatura, para assim, no prazo de dez dias pagar ao suplicante o valor de 3:894$000 réis, capital e juros vencidos, diminuído de 150$000 réis que o réu pagou em prestações mensais de 50$000 réis a contar de 11/10/1910

8070 · Dossiê/Processo · 1911
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor e sua mulher, Delphina Mendes Hanson e Luiza da Costa Vieira Mendes, estado civil solteira, alegaram que Delfina e Maria Luiza eram filhas de Joaquim da Costa Vieira Mendes, falecido em 27/09/1911 e de Mariana Tapp Mendes, falecida em 24/02/1884. O pai da autora casou-se com a ré e teve três filhos. Tendo a ré, viúva, aberto o inventário dos bens deixados por Joaquim da Costa Mendes, a suplicante requereu a condenação da ré no pagamento da importância dos vencimentos desde o falecimento da mãe das autoras. O STF acordou reformar em parte a sentença dando provimento parcial à apelação. Assim, os réus foram condenados a pagarem a importância referida pelo Egrégio Tribunal. Foram citados Decreto nº 938 de 29/12/1902, Regulamento nº 737 de 25/11/1850 e Código Civil Português

Taxa Judiciária, 1915
9184 · Dossiê/Processo · 1914
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

A autora era viúva do ministro aposentado Francisco Xavier da Cunha, o qual não deixou descendentes em condições de gozar das pensões do montepio, cabendo então à suplicante a totalidade da pensão correspondente aos vencimentos recebidos em vida por seu marido. De 2:000$000 réis devidos em vida, a autora requereu, através de processo de habilitação, a importância de 1:000$000 réis, embora o Tesouro Nacional estivesse lhe pagando apenas o valor de 277$777 réis correspondente à pensão de 300$000 réis, mesmo que seu finado marido, quando de seu falecimento em 13/12/1913, fosse enviado extraordinario e ministro aposentado e que a suplicante tivesse procedida à diligências preliminares, tendo sido reconhecido seu direito à totalidade da pensão correspondenre ao montepio. A pensão defendida foi baseada no Decreto nº 942A de 31/10/1890, artigo 31. Deu-se à ação o valor de 8:400$000 réis, correspondente às diferenças no período de um ano e pediu-se a citação à União Federal. O juiz julgou improcedente a ação. O autor apelou ao Supremo Tribunal Federal

União Federal (réu)
Taxa Judiciária, 1915
6540 · Dossiê/Processo · 1915
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, capitão do paquete nacional Tupy, requer ratificação de protesto para resguardá-lo de qualquer responsabilidade pelos possíveis dano s causados às mercadoria s localizadas no porão 2 da embarcação que devido á queda de uma pipa, que estava sendo transportada por uma lingada, arrebentou um dos tanques despejando água e provocando avaria nos gêneros colocados na referida embarcação. O juiz julgou por sentença a ratificação do protesto

4176 · Dossiê/Processo · 1914
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

Trata-se de processo envolvendo mulher analfabeta, nacionalidade italiana que era proprietária de uma caderneta da Caixa Econômica. Tendo sido reduzida a retirada do dinheiro depositado neste estabelecimento, devido a uma denúncia anônima de que a suplicante não poderia levantar o depósito por ter três filhos do matrimônio com José Naccart. A suplicante justificou que não tinha três filhos e requer um alvará a autorizando a levantar o depósito. O pedido foi deferido pelo juiz

6905 · Dossiê/Processo · 1914
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor era construtor e havia feito um contrato de empreitada para a construção de dois prédios. Porém, após o término das obras as suplicadas teriam sido omissas em arcar com o pagamento no valor de 6:000$000 réis no tempo combinado. Seria esta a segunda prestação convencionada. Ao todo, as mulheres proprietárias deviam a quantia de 10:700$000 réis ao suplicante. Foi citado o Regimento nº 737, artigo 743, o Decreto nº 3084 de 1898 e o Decreto n] 848 de 1890, artigo 106

6461 · Dossiê/Processo · 1913
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor era negociante estabelecido nesta capital e fez um contrato com o réu, procurador de sua esposa Hermínia Roversi Pinto. São citados os seguintes dispositivos legais: Lei nº 340 de 25/09/1855, a Lei nº 221 de 1894, artigo 47, parágrafo 2, o Regulamento nº 737 de 1850, artigo 672 e o Decreto nº 848, artigo 353. O processo foi julgado nulo

6851 · Dossiê/Processo · 1911
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, profissão engenheiro geógrafo civil da Escola Politécnica, preparado na cadeira de astronomia na mesma escola, alega que a nomeação de Luiz Cantanhede de Carvalho e Almeida para ocupar a cadeira de Topógrafico na Escola Politécnica em substituição a Henrique Kingston falecido na cidade Londres não é legal. Esta nomeação não teria o requisito essencial de habilitação técnica, pois o indicado não é engenheiro geógrafo. Assim, é pedida a anulação dessa nomeação e o pagamento de uma indenização no valor de 35:000$000 réis para o suplicante. No corpo da petição inicial há uma discussão sobre a organização administrativa da Escola Politécnica perante a Reforma de Ensino Lei Orgânica Decreto nº 8659 de 05/04/1911. Foi citado o Decreto nº 3890 de 1901, o Decreto nº 2356 de 1910, artigo 3 e 11, o Decreto 8663, artigo 35, 42 e 8 e o Decreto nº 3926 de 1901, artigo 3. O juiz julgou nulo o processo e condenou o autor a pagar as custas

União Federal (réu). Diretor da Escola Polytecnica
17748 · Dossiê/Processo · 1921
Parte de Justiça Federal do Distrito Federal

O autor, Coronel, contratou com a ré um seguro para sua mercadoria no valor de 6:000$000 réis. 10000 rapaduras foram embarcadas foram embarcadas na barca Timbyra para o transporte do porto de Barreiras para o de Juazeiro. Acontece que a referida barca chocou-se com a Saudade Lapense e naufragou. O autor não conseguiu haver sua indenização. Assim, o autor requereu o pagamento em um prazo de 15 diascom juros de mora e custas. As partes desistiram da causa

Companhia de Seguros Skandinavia (réu)