Trata-se de um inquérito policial referente a denúncia contra o réu por ser fabricador e passador de cédula falsa. O acusado é auxiliar do Podre de Relis, imigrante italiano, e vive em um quarto de hotel da Rua do Rosário, 42. Ele foi preso em flagrante e se encontra na Casa de Detenção. nacionalidade italiana. A denúncia foi julgada improcedente,
Justiça Federal (autor)DIREITO PENAL; CRIME CONTRA A FÉ PÚBLICA; CÉDULA FALSA
140 Descrição arquivística resultados para DIREITO PENAL; CRIME CONTRA A FÉ PÚBLICA; CÉDULA FALSA
Trata-se de um inquérito sobre uma estampilha falsa no valor de 5000 réis que o senhor Julio Martins de Araújo com 31 anos, solteiro e comerciante residente à Rua Dona Júlia, 28 que comprou no final do ano passado e estabelecimento de negócio de bilhetes de José Mário da Costa. Com isso, desde o início do mês de janeiro, parou de vender estampilhas em seu estabelecimento, visto que a portaria que o permitia foi proibida. Mesmo assim, foi achado no estabelecimento do mesmo uma estampilha falsa no valor de 5$000. O juiz mandou arquivar o processo
Justiça Federal (autor)O autor requer as diligencias necessárias para formação de culpa do réu, pois este a pagar a casa comercial de Manoel Francisco de Brito no valor de 3:6000$000 réis, teria passado nota falsa de 500$000 réis. A denúncia foi julgada improcedente.
Justiça Federal (autor)Trata-se de inquérito policial da 3ª. Delegacia Auxiliar instaurado para apurar o fato de indivíduos terem distribuídos notas reclames, pelas ruas da Capital Federal, nos valores de 100$000 e 500$000 réis. O juiz homologou o pedido do arquivamento.
Justiça Federal (autor)Os réus foram acusados de tentar passar cédula falsa em estabelecimentos comerciais, especialmente à Rua Monte Alegre 16, Rio de Janeiro e Rua Arêa 6, Rio de Janeiro. O segundo suplicado estava foragido e o primeiro alegava não ter passado a nota falsa, mas este foi condenado a 2 anos de prisão, conforme o Código Penal artigos 63, 241 e 13. Em 1908, o segundo réu foi preso, obtendo a mesma condenação do parceiro. O primeiro réu apelou, mas não teve prosseguimento.
Justiça Federal (autor)Trata-se de processo iniciado com inquérito policial sobre cédula falsa no valor de 200$000 réis. Em 1902 ordenou-se o arquivamento dos autos, pois haveria inocência ao se levar a cédula à polícia. Não se identificou o culpado. A principal era Ida Fernandes ou Aida Fernandes, profissão artista e prostituta, imigrante italiana
Justiça Federal (autor)Trata-se de inquérito da terceira delegacia auxiliar de polícia, o qual consta que findo o negociante João da Silva Dias indo depositar no banco português do brasil quantia superior a 40 contos, foi avisado pelo empregado, que nesta quantia havia uma cédula falsa de 500$000, a qual foi apresentada a referida delegacia. Como não foi possível a polícia esclarecer a procedência da cédula, e tendo icado constatada a boa fé do negociante, requereu a suplicante o arquivamento do inquérito. O juiz mandou arquivar o inquérito
Justiça Federal (autor)Trata-se de um inquérito policial referente a uma cédula falsa no valor de 200$000, encontrada na féria da Estação de Campo Grande da Estrada de Ferro Central do Brasil. O inquérito se baseia no Decreto n° 4780 art. 11. Foi deferido o arquivamento do processo.
Justiça (autor)Trata-se de um inquérito referente a 32 cédulas falsas, no valor de 500$000 réis cada uma, enviadas pelo Inspetor da Alfândega que as apreendeu em um volume. Foi arquivado, como requerido pelo procurador
Justiça Federal (autor)Esse processo refere-se a passagem de moeda falsa, onde o réu, brasileiro, 46 anos, casado, negociante morador da Rua do Riachuelo, 141, diz que no dia 08 do corrente mês na casa cipriano $ Cia da qual é sócio, estabelecida á Rua da Quitanda, 85 B, recebeu de Afonso Horta de Belo Horizonte uma ordem de pagamento no valor de 2:5000$000 que foi recebida por João de Lemos, empregado da casa do declarante. Tinham dois maços cada um com o valor de 1:000$000 e 5 maços contendo 500$000. Depois do recebimento foi fazer pagamento na Alfândega e ao Banco do Comércio na qual a Companhia tem conta corrente; chegando lá, foi observada que uma das notas de 500$000 era falsa, tal nota foi apreendida e a Caixa de Amortização confirmou sua falsidade. O juiz ordenou o arquivamento do processo
Justiça Federal (autor)