A suplicante, empresa concessionária de linhas de navegação aérea, requereu ação para assegurar o pagamento de uma indenização no valor de 25.000.000,00 cruzeiros. O valor referia-se aos danos sofridos pela sua aeronave DC6 que foi abalroada pelo avião PTA H6 de propriedade do suplicado quando estava estacionado no Aeriporto Santos Dumont. Processo Inconcluso
Viação Aérea São Paulo S.A (autor). Imobiliária Territorial Excelsior Ltda (réu)DIREITO CIVIL; RESPONSABILIDADE CIVIL; PERDAS E DANOS; INDENIZAÇÃO
21 Descrição arquivística resultados para DIREITO CIVIL; RESPONSABILIDADE CIVIL; PERDAS E DANOS; INDENIZAÇÃO
O autor,menor, assistido por Bibiana Pereira Mota, alegou que viajava em um trem pertencente a ré quando houve o descarrilhamento, resultando no esmagamento do seu pé e aniquilose no seu braço. O autor ajudava nas despesas e sua família estava passando por dificuldades econômicas. Ele recebia um salário no valor de Cr$ 1.200,00 e, uma vez que acidente resultou de culpa contratual da ré, requereu o pagamento de uma indenização, despesas médicas, pensão, juros e gastos processuais. Deu-se valor causal de Cr$ 10.000,00. O referido acidente ocorreu nas proximidades de estação Barão de Mauá acidente de trem responsabilidade civil das estradas de ferro. O juiz julgou a ação procedente, em parte. O réu apelou desta para o Tribunal Federal de Recursos, que deu provimento aos recursos. Desta forma, o autor interpôs recurso extraordinário, ao qual foi dado provimento
Estrada de Ferro Leopoldina (réu)O autor, estado civil casado, move uma ação ordinária contra a Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima, por conta do acidente ferroviário em que foi vítima, devido o qual ficou impossibilitado de trabalhar, recebendo um pequeno auxílio do Instituto e sobrecarregado de obrigações de família. Assim requereu o ressarcimento dos danos sofridos em tal acidente ocorrido no dia 13/04/1958. A ação inconclusa
Rede Ferroviária Federal Sociedade Anônima (réu)Trata-se de requerimento de juntada por liminar, referente aos autos de agravo de petição interposto contra a decisão do juiz da 1ª Vara da Fazenda Pública, Doutor Alcino Pinto Falcão, ao requerer perdas e danos contra a Companhia Usinas Nacionais S.A, visto que alegava que esta o acusou indevidamente de ter depedrado o patrimônio do suplicado. Trata-se de um pedido de agravo, negado pelo Tribunal Federal de Recursos. Após isso, foi dada baixa ao processo
Instituto do Açúcar e do Álcool (réu)O suplicante, imigrante português, nacionalidade portuguesa, casado, comerciante, requereu ação para assegurar pagamento de indenização pelos danos e prejuízos sofridos pelo seu veículo que foi abalroado por um auto-carga de propriedade do suplicado. abalroamento. A ação foi julgada procedente em parte e o juiz e as partes apelaram ao TFR, que negou provimento aos recursos
Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (réu)O suplicante, imigrante português, nacionalidade portuguesa, casado, comerciante, requereu ação para assegurar pagamento de indenização pelos danos e prejuízos sofridos pelo seu veículo que foi abalroado por um auto-carga de propriedade do suplicadª abalroamentª A ação foi julgada procedente em parte e o juiz e as partes apelaram ao TFR, que negou provimento aos recursos
Departamento Nacional de Estradas de Rodagem (réu)Banco da Lavoura de Minas Gerais S/A propõe ação ordinária de perdas e danos contra União Federal. Bento Primo dos Santos foi à agência do autor e pediu remessa do valor de 60.000,00 cruzeiros em favor do remetente. Ocorreu que na Agência do Departamento de Correios e Telégrafos houve um erro na expedição do Telegrama e a transferência foi no valor de 600.000,00 cruzeiros. O autor sofreu prejuízo por responsabilidade da ré, visto que foi um dos seus funcionários que errou, houve erro confesso. Requerem o valor de 427.827,30 cruzeiros acrescido de juros e custas processuais. Dá-se o valor de causa de 500.000,00 cruzeiros. O juiz José J. da Fonseca Passos julgou a ação improcedente. A autora recorreu e o TFR negou provimento ao recurso.
Banco da Lavoura de Minas Gerais S. A. (autor). União Federal (réu)O autor é húngaro, naturalizado chileno, casado, técnico em mecânica, residente e domiciliado na Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 876, na cidade do Rio de Janeiro, e propõe a ação por perdas e danos que foram-lhe causados por negligência no cumprimento de deveres por parte da Alfândega do Rio de Janeiro. O ato ilegal do Diretor do Departamento Nacional de Portos, Rios e Canais. O suplicante, a fim de dar cumprimento ao contrato de trabalho firmado com a empresa Istvan Szekacs, estabelecida na Rua Buenos Aires, 79, na cidade do Rio de Janeiro, e procedeu com sua família do Porto de Barcelona no navio Cabo de São Roque, acompanhado de sua família e seus bens. O autor consultou o consulado brasileiro em Barcelona quanto à transferência de sua propriedade pessoal, inclusive aos equipamentos que o imigrante utilizaria para exercer sua profissão e que estariam isentos de licença. O autor levou consigo documentação das máquinas de sua propriedade ao Consulado Brasileiro, que após o exame deram o competente visto. Com o primeiro contato com as autoridades alfandegárias do Porto do Rio de Janeiro, cuja surpresa desagradável veio do Inspetor da Alfândega. O suplicante formulou sua defesa e provou que não estava enquadrado na penalidade da Lei nº 3244, de 1957, artigo 60. Apesar do laudo favorável ao autor do Engenheiro Técnico no assunto, , a defesa do autor foi indeferida. A máquina do autor, devido ao tempo, no lado de fora do Cais do Porto oxidou-se, e o autor perdeu o contrato de trabalho pela demora no desembaraço das máquinas. O Ministério da Viação exigiu-lhe o pagamento da armazenagem, no valor de 320 por cento do preço das máquinas. O autor tentou impetrar um mandado de segurança para tentar evitar o leilão das máquinas no que não obteve sucesso. O suplicante pede então a devolução do valor de Cr$ 144.202,00 pagas pela armazenagem, indenização pelo desgaste e desvalorização da maquinaria de propriedade do autor, lucros cessantes, a devolução da diferença cambial com os juros, indenização de todos os prejuízos causados ao autor em virtude da impossibilidade do cumprimento do contrato feito com a empresa Istvan Szekacs, e o pagamento dos juros de mora e custos do processo. imigração, Hungria. Processo arquivado
União Federal (réu)O autor conduziu para Itacuruçá quinze muares, cuja venda seria efetuada com Joaquim Ribeiro Pinto Souza. Porém os animais foram mortos, no dia 09/03/1912, por um trem da Estrada de Ferro Central do Brasil. O suplicante requer o valor de 4:900$000 réis, como indenização. É citado o Código de Processo Criminal, artigos 97 e 96. O suplicante entrou com o pedido de indenização. Foram ouvidos quatro testemunhas durante o processo, bem como explanadas as razões de ambas as partes. O processo foi remetido à análise do Supremo Tribunal Federal
União Federal (réu)Trata-se de ação ordinária para avaliação da condição física feita por peritos do autor, menor e profissão segeiro na Vila Militar. Ele alegou ter sofrido um acidente de trabalho quando, por ordem de seu superior, João de Deus, colocou uma correia na polia em movimento. A máquina o sugou, deixando-o sem um braço e com a perna fraturada. Diante disso, o suplicante requereu a responsabilidade do Ministério da Guerra e a indenização pelo ocorrido. Foram citados a Constituição de 24/02/1891, artigo 72, parágrafo 19 e artigo 82, o Código Penal, artigo 31 e 306, artigo 60, alínea C, o Decreto nº 1930 de 26/04/1856, a Consolidação das Leis Civis, artigo 1015 e a Lei nº 85 de 12/09/1892, artigo 3. O acórdão julgou procedente a ação para condenar a embargante a pagar ao autor o valor devidamente calculado das custas na forma da lei
União Federal (réu)