Trata-se interdito proibitório em favor do suplicante, estivador, para que assegurasse garantias contra a ameaça de turbação das embarcações marítimas de sua propriedade, uma vez que a Prefeitura estaria lhe cobrando o mesmo imposto que já pagava à Capitania dos Portos. São citadas a Lei nº 6617 de 1907, o Decreto nº 976 de 1903, a Constituição Federal, artigo 10, o Decreto nº 848 de 1890 e o Decreto nº 9263 de 1911, artigo 221. Não consta sentença judicial. O processo foi julgado perempto em 1931 por não pagamento de taxa judiciária no prazo estabelecido no Decreto nº 19910 de 23/04/1931 prorrogado pelo Decreto nº 20032 de 25/05/1931 e o Decreto nº 20105 de 13/06/1931
DIREITO ADMINISTRATIVO; INTERVENÇÃO NA PROPRIEDADE
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A autora locou o apartamento da Rua Doutor Padilha, 331, RJ ao réu, que era seu empregado. Entretanto, ao se aposentar, o autor necessitou do imóvel locado para moradia de outro servidor em efetivo serviço, sendo notificado e não atendido o pedido. Assim, requereu com fundamento na Lei nº 1300 de 1950, o despejo do réu do referido imóvel. A ação foi julgada procedente. O réu apelou e o Tribunal Federal de Recursos negou provimento. Aposentada
Rede Ferroviária Federal S. A. (autor)Os suplicantes, proprietários de lotes do Centro Agrícola de Santa Cruz há mais de 2 anos e onde fizeram investimentos, alegaram que estavam sendo ameaçados na posse mansa e pacífica da referida terra pelo Centro Agricola e pelo Departamento Nacional de Povoamento. Requereram ação a fim de garantirem a posse dos lotes e pagamento pelos danos e prejuízos causados pela inundação de parte da plantação devido a obstrução de um canal de escoamento denominado São Francisco que ser de sangradouro das águas do Rio Guanduassú. O juiz tomou por termo a desistência.
União Federal (réu)O autor, mulher, comerciante, locatária por contrato de um prédio localizado no Beco dos Carmelitas onde funcionavam uma pensão e um bar, requereu manutenção de posse do referido estabelecimento, uma vez que foi intimada pelo delegado do 13º Distrito Policial a fechar seu estabelecimento comercial tendo ainda que pagar uma multa no valor de 20:000$000 réis
União Federal (réu)O autor alegava que o advogado da viúva do Tenente Palmyro Serra Dulcheiro, se negava a entregar a chave da secretaria pertencente a Villa Proletária Marechal Deodoro, utilizada pelo mesmo tenente, quando encarregado da construção desta vila. Desta feita, o autor requer a expedição de um mandado de arrombamento para que sejam entregues os documentos e valores de sua propriedade
União Federal (autor)